xml:lang="en" lang="en"> <head> <title>Diferent Friends

Wednesday, September 17, 2008

Cap.X

Catherine e Amy desapareceram mesmo à porta de casa para que os Devoradores da Morte que estavam de vigia não as vissem. Segundos depois apareceram em frente aos portões fechados do castelo.
- E agora? - perguntou Amy
- Agora vamos ter que entrar
- Pois, mas isto está fechado.
- Não há nada como tentar: Alohomora
- Não abriu. E agora? Não vamos tentar saltar.
- Vamos tentar outra coisa.... Isto pode parecer estupido: Eu, Catherine Wayne - disse Catherine dirigindo-se ao portão - sou uma Guardiã, venho então pedir que me deixes passar porque a única coisa que quero é ajudar.
- Abriu! Vamos.
Ambas entraram:
- E se fossêmos até uma das torres? podíamos encontrar refugio lá...
Ambas seguiram junto à Floresta Proibida para que pudessem ter salguma protecção por parte das sombras.
Depressa chegaram à porta principal do castelo que se abriu silenciosamente mal se aproximaram dela.
- Vamos até a Sala das Necessidades, lembras-te de como é que fazias para entrar quando fazias parte do E.D.?- perguntou Amy
- Hum... Acho que tínhamos de pensar na sala como as reuniões do E.D e passar três vezes em frente da porta... Acho que era assim
- Então vamos lá.
Quando chegaram ao andar da Sala das Necessidades, passaram três vezes em frante à porta e esta apareceu.
Vários alunos empunharam as suas varinhas assim que Catherine e Amy entraram.
Tal como eles Amy empunhou a sua: - Baixem as varinhas. - disse ela
- Calma pessoal - disse Neville - Só pessoas que pertençam ao E.D. é que podem entrar, lembram-se?
- Pois, mas a Neveu é Slytherin e não pertencia ao E.D. - disse um rapaz dos Hufflepuff
- Estou aqui para ajudar.
- Tu és procurada pelo ministério por te teres aliado ao Quem-Nós-Sabemos.- disse o mesmo rapaz
- Mas ela não é leal ao Quem-Nós-Sabemos, entendido? - disse Catherine
- Como sabes?
- Sabendo....
- Olha lá se eu lhe fosse leal achas que eu estava a ser procurada? Isto é obra Dele porque o traí! Ou achas que o ministério está a fazer de facto alguma coisa? Caso não tenhas reparado Ele está no controlo. Agora baixem lá as varinhas porque precisamos de conversar.
- Esperem, lá...como é que vocês entraram? - perguntou Neville
- Estamos autorizadas por.... - disse Catherine
- Por quem? Estão autorizadas por quem?
- Então pela escola, por quem havia de ser?
- Como assim?
- Isso agora não é relevante. Como estão as coisas por aqui? - perguntou Amy
- Péssimas.... Estamos a ser controlados e à frente da escola está o Snape. - disse Neville
- A sério?
- Sim e a escola está cheia de Devoradores da Morte e Dementors - disse um aluno
- Tenho de ir falar com o meu pai, Catherine, podes ficar por aqui? - sussurrou Amy ao ouvido de Catherine
- Sim ok
Amy saiu da Sala e dirigiu-se ao antigo gabinete de Dumbledore.
- O que fazes aqui? - perguntou uma vez seca atrás de si
Amy virou-se era seu pai.
- Tive de vir
- Vir? Até aqui?! Mas tu estás doida?
- Não me digas que não sabias que eu vinha.
- Claro que sabia! Daí estar muito espantado de te vires meter na toca do lobo
- Hogwarts está desesperada...tive de vir procurar algumas respostas...Por acaso não tens umas por aí, não?
- Respostas? Quem tinha respostas era o Dumbledore - respondeu Snape
- E tu vais me dizer que não sabes de nada?
- Em relação a...?
- A MIM!
- Pois... E o que queres tu saber?
- Tudo o que souberes. Já chega de segredos não achas?
- Segredos? Que eu saiba já tens conhecimento que és minha filha e quem era a tua mãe. Que mais queres tu? E que fato ridículo é esse? - disse Snape olhando melhor para Amy
- Vais me dizer que não sabes que sou uma guardiã de Hogwarts?
- Guardiã de Hogwarts? Então sempre é verdade?
- Pareces espantado...
- Sim... Eu sabia da história mas não pensei que fosse verdade.
Então não me podes dizer nada...
- Não... Lamento...
- Nesse caso vamos embora. Se precisares de alguma coisa chama.
- A... ok.
Amy saiu do gabinete.
- Vamos embora Catherine, ele não sabe de nada que nos possa ajudar.
- Então... e vamos onde?
- Queres ir a algum lado?
- Podíamos ir à biblioteca... para tentar descobrir uma forma de ajudar o Harry. Não achas?
- É uma boa ideia.

(by Amy e Catherine)

Escrito por: duas amigas @ 12:00 PM
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Friday, February 15, 2008

Cap.IX

O Elfo doméstico apareceu de imediato na cozinha.
- Diga senhor.
- Tu ficaste com um medalhão?
- Kreacher não tirar nada senhor
- Ordeno-te que me digas a verdade. Sei que guardaste muitas coisas que estavam em casa.
- O senhor Mundungus levou tudo.
Após muito tempo a pensar no que deveriam fazer decidiram almoçar. Como Harry tratara Kreacher com carinho e respeito, o elfo doméstico começou a tratá-los muito bem e começou a cozinhar e a limpar a casa.
- Kreacher...-começou Harry adptando um tom calmo - quero que encontres o Mundungus e que o tragas aqui para tentarmos recuperar o medalhão que ele roubou. Queremos destruí-lo e acabar o trabalho que o Regulus começou.
- Sim mestre - disse Kreacher
Kreacher desapareceu. Harry esperou ansiosamente pelo seu regresso, mas não voltou nos dias seguintes.
- Cá para mim o elfo fugiu - disse Ron
- Não me parece, o Mundungus sabe esconder-se quando é preciso.- disse Hermione
- Hum...
- Oh Ron não sejas assim... De certeza que o Kreacher está a fazer o melhor que pode - disse Catherine
Amy estava sentada em frente à mesa a olhar para os quatro amigos com os olhos vidrados.
- O que é que tens? - perguntou Catherine
- Estava a pensar no teu sonho.
- Esquece isso... Eu fiquei preocupada é com o pessoal lá na Toca, será que estão bem?
- Que dia é hoje?
- Quarta, porquê? - respondeu Hermione
- Não é isso!- Amy parecia ter levado com um choque - Dia do mês. Que dia é hoje?
- Dia 12, porquê?
- Temos de ir a Hogwarts.
- Porquê? Estás doisa?! - disse Hermione
- O Senhor das Trevas tem o controlo de Hogwarts! Será que não percebes, Hermione? Tenho de lá ir e ver como está o castelo! Talvez tenha sido por isso que a Catherine teve o sonho.
- E então? Tu fugiste dele! Ele já sabe da história e que tu também sabes... - disse Catherine - É muito arriscado!
- Não o vou desafiar! Se não queres ir vou sozinha! Mas tenho de ir ao castelo.
- É claro que vou contigo! Mas podemos morrer lá...
- Vamos esta noite.
- É melhor terem cuidado porque estão dois tipos em frente à casa.- disse Ron
- A sério? - Catherine foi espreitar - Então têm que sair imediatamente daqui!
- Eles não conseguem encontrar a casa, se conseguissem já tinham entrado.- disse Amy
- É mas não lhes deve faltar muito e se nos encontram estamos fritos - disse Ron
- Não saio daqui sem o medalhão.-disse Harry
- Pois mas se eles entrarem saímos. Tens de sobreviver para encontrar os outros horcruxes pá.-disse Ron
- Eu só gostava que o Kreacher aparecesse com esse medalhão – disse Hermione
Entretanto ouviram um barulho e ao olhar em redor viram que Harry não estava no quarto com eles.
- Para onde é que ele foi? - perguntou Catherine
- Mostre-se! - gritou Harry
Os quatro desceram as escadas a correr de varinhas na mão para a ver o que se passava.
O homem virou-se lentamente até os cinco lhe poderem ver o rosto:
- Calma meninos, sou só eu - disse Remus Lupin
- Bolas que susto! - suspirou Hermione de alívio
- Identifique-se! - gritaram Harry e Amy em uníssono
- Chamo-me Remus Lupin e sou casado com Nymphadora Tonks. Sou um lobisomen e pertenço à Ordem de Fénix, fui professor de Defesa Contra as Artes Negras durante um ano em Hogwarts e fui que ensinei ao Harry a produzir um Patronus. Acho que disse tudo.
Harry e Amy baixaram as varinhas.
- Boa noite professor. - disse Amy
- Boa noite também para vocês. - respondeu Lupin - Ao menos vê-se que já estão bem... E estão todos, nem imaginam o susto que pregaram à Molly, ela está desfeita.
- Mas estão todos bem, não estão? - perguntou Amy
- Sim estão todos bem, estejam descansados.
- Como é que conseguiu entrar sem ser visto? Estão dois Devoradores da Morte do outro lado da estrada. - disse Ron
- Vocês esquecem-se que eu pertenço à Ordem? Sei muito bem como entrar aqui, enquanto que eles tentam encontrar-nos.
O olhar de Lupin logo se deteu em Catherine e Amy.
- O que foi professor? - perguntou Catherine - Porquê é que está a olhar assim para nós?
- Guardiãs? Vocês sabiam e não alertaram a Ordem?
- Bem nós soubemos à relativamente pouco tempo - disse Catherine
- Quando exactamente?
- Bem, no dia antes do casamento do Bill e da Fleur
- Mesmo assim! Deviam ter-nos alertado! - disse Lupin - Agora eu estou a perceber porque é que eles quando o Harry se "evaporou" ainda continuaram lá à procura de duas meninas...
- Que queria que fizéssemos? - perguntou Amy - A mãe do Ron não nos deixava fazer o quer que fosse e o Senhor das Trevas andava em cima de mim! Não quis pôr mais pessoas em risco.
- Só para saberem vocês, e não estou a falar só da Catherine e da Amy, - disse Lupin fitando Harry, Hermione e Ron - foram irresponsáveis. Como membro da Ordem, Amy deviam-nos nos ter alertado. E não olhes assim para mim Harry! Eu sei que o Dumbledore te deixou uma missão que só tu a podes cumprir mas podiam ter-nos dito que um de nós viria convosco.
- Mas não podem a tarefa é única e exclusivamente destinada para nós os três. -disse Harry
- Ena! Decidiu incluir-nos - sussurrou Ron a Hermione
- Mas eu posso proteger-vos - disse Lupin
- Será que ainda não ouviu o Harry? - perguntou Amy - Você tem obrigações para com a Ordem e o Harry, tecnicamente não pertence à Ordem, logo você não tem nada a ver com este assunto. Deixe-o em paz.
- Só que Amy, a segurança do Harry é o objectivo da Ordem. - disse Lupin e depois virando-se para Harry - Tens a certeza? Dou-te a escolher: eu fico e ajudo-vos, não preciso de saber qual é a vossa missão, ou então vou-me embora e digo à Molly que não vos encontrei aqui... Mas Harry pensa bem.
- Faça isso. Já chega ter os Devoradores da Morte atrás de nós.
- Tudo bem Harry, eu respeito a tua decisão. Bem lá vou eu ouvir a Molly...
- Antes de ir, será que nos pode dizer se sabe alguma coisa a respeito das guardiãs de Hogwarts? - perguntou Amy
- Bom, o que sei é que elas têm um dever para com Hogwarts, um pacto digamos antes assim.
- Como assim?
- Bem sempre que Hogwarts precisar de vocês, ambas têm que ir em seu socorro. Pode parecer absurdo, mas é assim
- Vês? Eu bem te disse que era Hogwarts que falava comigo - disse Catherine
- E eu bem te disse que temos de lá ir.
- Ir a Hogwarts? Vocês estão doidas? - perguntou Lupin
- Hogwarts chama por nós! - disse Catherine - Você é que disse que se Hogwarts precisasse nós tínhamos de atender ao seu socorro!
- Sim, mas o Quem-Nós-Sabemos está a controlar a escola.
- Daí Hogwarts precisar de nós.
- Vocês querem cometer suicídio? Ele também quer a vossa cabeça! - disse Lupin
- Eu sei. - disse Amy - Ambas sabemos.
- Mas o senhor é que disse que era o nosso dever... Temos que ir não acha?
- Pois...mas...
- Mas elas têm razão não é professor? - perguntou Ron
- Sim, têm
- Mas o senhor não devia estar com a Tonks? - perguntou Harry
- Devia sim, mas a Molly pediu-me para ver se vocês estavam aqui.
- Diga a verdade, professor. - disse Amy
- Bem... para ser sincero a Tonks está grávida...
- Que giro! Parabéns professor - disse Catherine mas depois olhando para a sua expressão - Mas não parece muito contente...
- Pois, mas...
- Mas...? Então professor devia estar contente! - disse Hermione
- O bebé pode não vir a ser...os que são como eu nunca...
- Está a fugir? - perguntou Harry
- Não... quer dizer sim... Eu já não sei...
- Agora que a sua mulher mais precisa de si vai fugir?
- Quero ajudar-te.
- Quer é fugir. Não o quero comigo, por favor saia desta casa.
- Mas eu não quero que o meu filho seja... seja... seja um lobisomen - disse Lupin tristonho
- Vai ver que ele vai sair à mãe e vai correr tudo bem. - disse Amy sorrindo - Vá, eu acompanho-o à porta.
- Eu só queria pedir duas coisas ao Harry antes de ir-me embora
- Diga. - disse Harry
- Bem... Harry tem cuidado contigo e sobrevive sim?
- Esteja descansado - respondeu Harry - E a outra?
- Eu e a Tonks ficaríamos muito contentes se aceitasses ser padrinho do nosso filho.
- Obrigada pelo convite. - disse Harry
Amy e Lupin foram até à porta:
- Boa sorte, professor.
- Boa sorte também para vocês... Amy eu não concordo muito, mas tu e a Catherine têm mesmo que ir a Hogwarts... é o vosso dever.
- Vemo-nos em breve.
Remus Lupin desapareceu no primeiro degrau e Amy voltou à cozinha.
- Já está a anoitecer, Catherine, é melhor irmos andando.
Não achas?
- Sim concordo... Além disso quanto mais depressa formos melhor.


(by Amy e Catherine)

Escrito por: duas amigas @ 11:08 AM
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Saturday, February 02, 2008

Cap. VIII

Catherine e Amy juntaram-se a Harry, Ron e Hermione e foram até Grimmauld Place. Quando lá chegaram Harry disse a exacta localização da casa a ambas e entraram. Ao fechar a porta a imagem de Alastor Moody surgiu do chão.
- Severus Snape?
- Não!
- Não fomos nós que o matámos! - gritou Harry
Ao dizer isto Moddy desapareceu.
- Vamos para a cozinha.-disse Harry
- E agora o que fazemos?-perguntou Ron
- Agora reagrupamos.-disse Amy- Não vamos poder ficar aqui muito tempo.
- Reagrupamos como? - perguntou Catherine
- Bom, para começar tu sabes alguma coisa de oclumância?- perguntou Amy a Catherine
- Convém começares a pôr em prática e tu também Harry. Tu és especialmente vulnerável ao Senhor. Já agora, por onde tencionas começar a procura?
- Pelo Ministério.
- Estás doido?
O que raio lá vais fazer? Cometer suicídio?
-Não. Mas devo ir lá percebes? Tem que haver algo que me esteja a escapar... Mas antes temos que fazer uma busca aqui. Daí eu querer vir para aqui em primeiro lugar - disse Harry
- Compreendo, mas tens de ter cuidado e espero que percebas que não posso ir contigo na tua visita ao Ministério. No Máximo posso ajudar a preparar.
Subiram as escadas e entraram num quarto. Hermione pegou na sua malinha e tirou de lá duas mochilas. Deu uma a Amy e outra a Catherine. Também têm um feitiço para conseguirem guardar aí várias coisas. Pus aí aquilo que consegui apanhar enquanto tomavam banho.
- Obrigada.-disse Amy
- Pensas mesmo em tudo! - disse Catherine - Há quanto tempo tens isto pronto?
- À uns dias.- troucou um olhar com Amy- Achei que era melhor prevenir.
Um patronus prateado com a forma de uma doninha entrou pela janela e falou com a voz do pai de Ron.
- Família em segurança, não respondam, estamos a ser vigiados.
- Que bom que estão todos bem.- disse Hermione
Hermione voltou a abrir a sua malinha e tirou de lá sacos cama para ela, Harry e Ron. Amy e Catherine também abriram as suas mochilas e tiraram também os seus sacos cama que Hermione lá tinha colocado.
- Boa noite.- disse Amy quando se deitou
- Boa noite - respondeu Catherine
- Boa noite.-responderam os outros
Era ainda de noite quando Amy sentiu alguém a levantar-se e a sair do quarto. Levantou-se também e seguiu o vulto. Ao entrar numa sala viu que era Harry.
- Que fazes acordado a esta hora?
- Estou a pensar...
- O que se passa?
Sabes que podes desabafar comigo. Estou aqui para te ajudar.
Amy ouviu passos no andar de cima.
- Aqui estão vocês. Amy vem depressa a Catherine não está bem.- disse Ron
Subiram as escadas, quando entraram no quarto Amy swbruçou-se sobre a amiga que estava encharcada em suor e falava
- Catherine?
Catherine acordou.
- Estás bem?
- Sim... quer dizer acho que sim
- O que aconteceu?
- Estava a sonhar... Era meio esquisito
- O que sonhaste?
- Vi a Sala das Necessidades...e muitas pessoas lá dentro. Pareciam assustadas.-disse Catherine
- Viste quem lá estava?-perguntou Amy
- Não.
- Achas que o Quem-Nós-Sabemos está a fazer contigo aquilo que fez com o Harry?- perguntou Hermione
- Não me parece. As aulas ainda não começaram.-disse Amy
- Será que...
- O quê?
- Pode parecer parvo, mas...
- Mas...Desembucha de uma vez rapariga!
- Tive a sensação de que era Hogwarts.
- Sim, a Sala das Necessidades é em Hogwarts.
- Não é isso! Acho que era Hogwarts a avisar-me.
- Como assim?
- Não te sei explicar... Foi como se fosse o "espírito" do castelo... Acham que estou maluca?
- Claro que não!- aprontou-se Hermione a responder
- É... Mas que é esquisito é!
- Lembrei-me de uma coisa. Porque raio agora?- disse Amy fitando o tecto
- Do que é que te lembraste?
- Porque é que só agora é que o Senhor das Trevas nos tenta matar quando, pelo menos sobre mim, ele sabe a verdade e porque só agora Hogwarts te avisa?
Ninguém respondeu, limitaram-se a olhar para Amy.
- Não te sei responder... - disse Catherine - MAs que isto é tudo muito esquisito...
- Só se Hogwarts precisa de vocês! - disse Hermione fixando-as
- Mas já precisou antes.-disse Ron - Quando foi por causa da pedra filosofal e da câmara dos segredos.
- Lá está não faz sentido. - disse Catherine
- Até faz. O Ron tem razão, Hogwarts já teve em perigo, mas o Senhor das Trevas nunca iterferiu tanto no castelo. Hogwarts estava sobre o controlo de alguém que não estava ligado às trevas.- disse Amy
- Não sei... mas isto é muito esquisito
- O que é que não é no nosso mundo?
- Tu percebeste... Bem pessoal se não se importam eu vou dormir já me basta este pesadelo para me deixar de rastos - disse Catherine - Boa noite.
- Boa noite.
No dia seguinte todos acordaram cedo.
- Bom dia - disse Catherine
- Estás melhor? - perguntou Hermione
- Sim... dentro do possível
Harry estava pensativo...
- O que tens? - perguntou Ron - Parece que estás na lua.
- Vocês lembram-se de o Kreacher ter tirado tudo o que achava ser de valor e de guardar num buraco na cozinha?- perguntou Harry a Ron e Hermione
- Sim, "roubar" queres tu dizer - disse Ron
- Não sejas assim, Ron!
- Não se lembram de ver um medalhão com ele?- perguntou Harry sem ligar ao que estavam a dizer
- Não me lembro de nada disso - disse Ron
- Sim, tinha uma coisa verde por fora, não era?
- Kreacher!


(By Catherine e Amy)

Escrito por: duas amigas @ 10:53 AM
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Friday, February 01, 2008

Cap. VII

No dia seguinte Mrs. Weasley acordou-os a todos cedo para que se preparassem para o casamento de Bill e Fleur.
Amy pôs um vestido justo ao corpo, de seda, verde esmeralda e deixou o cabelo solto.
Enquanto que Catherine decidiu usar um vestido em tons de vermelho:
- É para combinar com as penas - disse ela
- Vamos descer, tenho de ir procurar a Hermione.
- Vamos.
Á saida do quarto encontraram Ginny e Hermione
- Olá - disseram ambas em conjunto
- Eu vou andando - disse Catherine - Vens comigo Ginny?
- Claro.
Ginny e Catherine desceram ficando só Amy e Hermione no corredor.
- Preciso de te perguntar uma coisa.
- Diz, o que é que foi?
- Diz-me por favor que tens algo preparado para que possam fugir os três se acntecer alguma coisa durante a cerimónia.
- Ãh? Que queres dizer com isso?
- O Harry não tem nada preparado. Vai acontecer algo durante a cerimónia. Eu não lhe quis dizer para que não ficasse mais enervado do que já anda. Por favor arranja algo para que se tiverem de fugir o possam fazer no espaço de segundos.
- Está descansada. Eu tenho tudo tratado... Mas não lhes digas porque eles começam a fazer perguntas e tal... Obrigada pelo aviso, ainda bem que me precavi!- suspirou Hermione de alívio
-Ainda bem, mas não lhes digas que tivemos esta conversa.
- Combinado.
Quando entraram na cozinha já estavam todos à espera delas para irem para o pátio. No meio deles estava um rapaz de cabelos ruivos. Era Harry disfarçado.
- Estás muito lindo Har... desculpe, Barny Weasley - segredou-lhe Hermione
- A família Weasley fica maior cada vez que venho à cozinha.-disse Amy sorrindo
- Vocês estão mesmo bem-humoradas, ã? - disse Harry
- Vá lá Harry, ficas bem assim - disse Catherine
- Só faltam as sardas - disse Kevin
Todos se riram, mas logo pararam quando apareceu Mrs Weasley:
- Então rapazes? Ainda aqui?! Vão lá encaminhar os convidados para os lugares e vocês meninas esperem pela Fleur para entrarem à sua frente, combinado?
Fleur chegou pouco depois, deslumbrante fazendo justiça à sua descendência de Veelas. Catherine, Amy, Hermione, Ginny e Gabrielle entraram à frente da noiva.
Havia muitos convidados, todos vestidos a rigor para a ocasião. No entanto apenas os familiares e amigos mais chegados dos noivos estavam presentes. Durante a cerimónia Mrs Weasley e Mrs Delacour choravam imenso de tão comovidas que estavam por verem os seus "bébés" a casar.
Durante o copo-de-água Catherine, Amy, Harry, Ron e Hermione ficaram na mesma mesa.
- Estás a gostar da festa, "Barny"? - perguntou Ron rindo-se
- Está a ser fixe.
- Vicktor! - disse Hermine
- Olá a todos.- disse ele
Ron mudou imediatamente de cara.
- O que se passa contigo?- perguntou Amy baixinho
- Nada. - respondeu Ron bruscamente, que rapidamente se levantou - Oh Hermione vamos dançar!
Ron puxou Hermione para o meio da pista
- O vosso armigo erstá m'to estrranho.- disse Vicktor Krum
- Ah, não ligues.-disse Amy
Um patronos interrompeu a festa.
- O Ministério caíu! O Ministro morreu!
No mesmo instante vários Devoradores da Morte desmaterializaram-se no pátio dos Weasley.
- Hermione sai daqui com eles! - disse Amy rapidamente
- Entreguem-nos o Potter e as Guardiãs!- disse um Devorador da Morte
- Hermione saiam daqui! - gritou Catherine
- Ok. Harry! - gritou ela que pouco depois o encontrou ao pé de Ron - Agarrem-se a mim!
Um dos Devoradores tentou alcançá-los, mas já eles tinham desaparecido.
- Senhor o Potter fugiu - gritou o Devorador da Morte
- Então apanhem-me essas miúdas! - ordenou Voldemort
- Mas vocês acham que sou assim tão parva? Stupefy! - disse Amy apontando a um Devorador da Morte
Amy correu para junto de Catherine que tinha dois Devoradores da Morte a atacá-la.
- Avada Kedavra!- disse ela quase acertando num deles - Vamos sair daqui!- e desapareceram as duas no meio da confusão
- Onde é que estamos a ir? - perguntou Catherine a Amy enquanto fugiam
- Não faço ideia, este foi o primeiro sítio que me ocurreu. Vinha aqui muitas vezes quendo era pequena.
- É muito bonito - disse Catherine olhando em seu redor - Mas... e agora?
- Agora temos de encontrar o Harry, para saber se estão bem.
- Como? Eles devem ter implementado alguns feitiços para se protegerem
A marca de Amy começou a doer.
- Agarra-te a mim depressa, já sei onde estão.
Voltaram a desaparecer, reaparecendo segundos mais tarde em frente a um café. Assim que chegaram viram luzes por todo o lado dentro do café. De um lado Harry, Ron e Hermione, do outro dois Devoradores da Morte.
Amy e Catherine apressaram-se a entrar.
- Bolas! - disse Catherine e apontando para um dos Devoradores da Morte - Petrificus Totalus!
Pouco depois estavam a sair do café.
- Como é que eles nos encontraram?-perguntou Ron
- Devem de ter agarrado a nós quando nos desmaterializámos.-disse Hermione
- Não me parece que tenha sido isso.-disse Amy
- Então como é que nos acharam? - perguntou Ron
- Algum de vocês disse o nome do Senhor das Trevas?
- Pois, mas o voltes a dizer. Ele pôs o seu nome como sendo um tabu. Quem o pronunciar será imediatamente encontrado. Foi assim que vos encontrei.
- Que coisa...
- Vê lá Harry, tens que ter muito cuidado - disse Catherine - E agora nós Amy. Como é que vai ser? Eles andam também à nossa procura
- Não podes voltar a Hogwarts. E eu vou ajudar o Harry como prometi ao Dumbledore. Mas não podemos ficar eternamente na rua. Para onde vais Harry?
- Bem vistas as coisas assim... Vou para Grimmauld Place - respondeu-lhe Harry
- Estás doido? E se o Snape aparece lá? - perguntou Ron
- Eles puseram uns feitiços por causa dele, por isso não vai haver problema - disse Harry
- Eu não sei onde é. Vão ter de nos guiar até lá.-disse Amy
- Ok.


(By Catherine e Amy)

Escrito por: duas amigas @ 1:59 PM
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Wednesday, January 30, 2008

Cap. VI

- Bom, pede à Hermione para confirmar aquela história da lenda, que eu tenho de ir.
- Fica descansada que eu perguntou-lhe... - respondeu Catherine - Olha...eu fiquei com um bocadinho de medo desta história...
- Por isso mesmo quero que a Hermione confirme. Se ela não a conhecer então é porque não é verdade.- disse Amy sorrindo- Tenho mesmo de ir, que já estou atrasada.
- Vai, vai. Mas com cuidado!
Amy dirigiu-se à Mansão Malfoy, onde se encontravam Lord Voldemort e vários Devoradores da Morte.
- Boa noite, Senhor.- disse ela
- Boa noite Amy - disse Voldemort bruscamente - Sabe não tenho obtido quaisquer informações sobre Harry Potter... Onde estão as suas informações?
- Ele não tem feito nada, Senhor, absolutamente nada e o resto da Ordem da Fénix continua apenas a tentar reunir mais aliados.
- Hum, hum... Pois é... E já agora o que foi fazer à Vivenda NB?
- Quis ir ver a casa onde deveria ter crescido, tinha curiosidade.
- Encontrou lá alguém?
- Uma mulher. Que disse que era minha avó. Mas provavelmente não era verdade. Devia ser uma maluca qualquer que foi viver para lá.
- Obviamente... Mas mudando de assunto. Temos trabalho a fazer...
- Peço autorização para fazer uma pergunta, Senhor.
- Como soube que eu lá estive e qual o interesse no assunto? Fui apenas ver uma casa...
- Lembra-te disto: eu sei sempre de tudo e quem faz as perguntas à cerca das vossas acções - disse Voldemort apontando para todos os Devoradores da Morte - sou eu, entendido? Sem mais perguntas!
- Claro. Peço perdão.- disse ela olhando-o nos olhos- A verdade acima de tudo.
- Ainda bem que estamos entendidos. Bem quem tem mais informações? - perguntou Voldemort olhando em redor
- Senhor se me permite. Eu posso dizer-lhe onde está o Potter neste momento.
- Mesmo só para empatar... Senhor ela é uma traidora - disse Bellatrix
- Cala-te e deixa que Miss Neveu fale. Diga-me onde está Harry Potter? - perguntou Lord Voldemort
- Amanhã um dos Weasley vai casar e ele vai lá ficar para assistir. Está na Toca, a casa da família Weasley.
- Não é aí que tu estás? - perguntou Bellatrix
- Sim. E? O que tem isso a ver?- perguntou Amy receando a resposta
- Seja como for Bellatrix, Miss Neveu é uma infiltrada, entendeste? - disse Voldemort que depois virando-se para Amy - Muito bem, Miss Neveu. Bem como estamos em relação ao Ministério, Lucius?
- O Ministério está em ruinas, quase não se aguentam em pé.
- Óptimo! Miss Neveu quando é o casamento?
- Amanhã.
- Perfeito! - disse Voldemort - Bem todos sabem o que têm a fazer, por isso: MEXAM-SE!!
Pouco depois apareceu Severus Snape:
- Peço desculpa pelo meu atraso Senhor.
- Não faz mal, és um bom aliado. Que noticias trazes?
- Sempre vou tomar o cargo - disse Snape sorrindo
- Ainda bem. Hogwarts já está resolvida, só falta o Ministério e o Potter. Um aviso a todos - começou o Senhor das Trevas - o meu nome está como sendo um tabu. Quem o proferir será desde logo encontrado.
Amy regressou à Toca onde já todos estavam deitados à excepção de Mrs. Weasley que ainda estava na cozinha.
- Boa noite.- disse Amy
- Boa noite querida
- Precisa de ajuda para alguma coisa por causa de amanhã?
- Então boa noite.
Catherine estava à sua espera no cimo das escadas.
- Olá.
- Oi. Então como foi lá? - perguntou-lhe Catherine
- O melhor é falarmos no quarto se não a mãe do Ron ainda nos vem bater por estarmos acordados a esta hora. - entraram - Foi o mesmo de sempre, a Bellatrix a tentar lixar-me perante o Senhor das Trevas, fora isso nada de importante. - Amy tentava manter uma voz calma, não podia de maneira alguma contar o que se passava nas reuniões caso contrário Voldemort iria decerto desconfiar dela - Ele soube que estivémos em casa da minha mãe. Quando lhe perguntei qual o seu interesse em saber o que eu la estive a fazer mudou de assunto.
- Achas que ele desconfia?
- Não acho. Tenho a certeza. Ele sempre soube, talvez seja por isso que ele me quis marcar, para me manter vigiada.
- Bem... eu ainda não falei com a Hermione, vou fazê-lo amanhã
- Amanha é o casamento. Tem de ser hoje, Catherine. Não podemos esperar amanhã pode ser...-Amy ficou por ali, não podia contar
- Pode ser... Vamos acaba a frase
- Complicado, ora, a Hermione não vai andar carregada com livros durante a cerimónia, não achas? Onde é que eles estão?
- Estão no quarto do Ron... Vamos lá?
- Vamos.
- Boa noite.- disse Amy quando entrou no quarto de Ron - Peço imensa desculpa por vos estar a incomodar a esta hora, mas precisamos de falar com a Hermione ainda hoje, podemos?
- Ha... Sim - respondeu Hermione - Pergunta
- Bom, é o seguinte. O que sabes de uma lenda relativamente a filhos de um Slytherin e uma Hufflepuff e de um Griffindoor com uma Ravenclaw. E se tal lenda é verdadeira como podemos identificar esses feiticeiros?
- Bom... eu não sei... já ouvi falar mas como identificar... Ah! já sei - Hermione saiu do quarto a correr e quando regressou trazia um livro - Deve estar aí a resposta
- Eu sabia que tu devias ter a resposta em algum dos livros que tens na tua biblioteca pessoal. Sem ofensa. Mas tu conheces este livro melhor do que eu, não podes apontar a resposta? É que poupavas o trabalho a ambas.
- Bem, mas eu não sei onde é que isso está exactamente.- respondeu Hermione
- Então faz me um favor, Catherine, ajuda a Hermione. Harry nós precisamos de falar.
- Ok.
- Diz então - disse Harry
- A sós.
Ambos saíram e foram até à cozinha que já estava vazia.
- Harry, desculpa ter-te arrancado lá do quarto, mas preciso de estar a sós contigo.
- Diz lá
- Já sabes por onde começar a procurar?
- Bem... Ainda não
- Então trata de pensar depressa. Porque o tempo está a acabar.
- Porque é que dizes isso?
- Porque não sei durante quanto tempo mais vou ser bem recebida pelo Senhor das Trevas, na mansão Malfoy. Harry, ele sabe que eu não lhe sou fiel, mas finge que não sabe de nada. Mas vejo no seu olhar. Em breve também eu terei de fugir. Ele anda doido à tua procura e já anda a rondar as casas de feiticeiros que são membros da Ordem. É uma questão de tempo até te encontrar aqui.
- Sim...eu sei, mas eu ainda não sei quanto tempo é que aqui vou ficar
- Harry, tu não és um perito em oclumância, por isso não te posso dizer muito pois Ele pode saber, mas o teu tempo aqui está a chegar ao fim, prepara um plano e depressa.
- Ok, ok.
- Vamos ver se a Catherine e a Hermione descobriram alguma coisa.
- Vamos sim
Estavam as duas debruçadas sobre um livro enorme de Hermione.
- Alguma novidade?-perguntou Amy
- Não - disse Catherine
- Vamos lá ver melhor.- disse ela debruçando-se também sobre o livro
Longos minutos depois...
- Olhem aqui, não poderá ser isto? - Amy apontou para um título que dizia "Segredos dos grandes feiticeiros".
O texto confirmava tudo o que a avó de Amy dissera sobre a lenda.
- Olha! Aqui diz como podemos ver se a lenda sempre se aplica a nós.
- Não pode ser.... - disse Catherine - Eu não quero tanta responsabilidade nas minhas mãos.
- É preferível sabermos já do que esperarmos pelo dia em que o Senhor das te for tentar matar, não achas? Eu já sei que de mim Ele suspeita, mas temos de confirmar. Não achas?
- Pois mas eu não pedi isto.
- Olha, eu também não pedi muita coisa, tal como o Harry e temos de gramar. Temos de confirmar Catherine, mais vale prevenis que remediar. Além disso pensa no seguinte: podemos ajudar o Harry.
- Pois... Tens razão!
- Hermione, consegues fazer o feitiço?
- Acho que sim, posso tentar mas não prometo nada.- disse Hermione
Hermione pronunciou umas palavras que nem Catherine, nem Amy conseguiram perceber.
- Que coisa mais esquisita - segredou Catherine a Amy
- Podes crer.
Uma luz brilhante surgiu entre ambas e foi crescendo até ficarem as duas dentro de um globo de luz. Uma serpente brilhante envolveu Amy enquanto que Catherine foi abraçada por uma grande águia.
A serpente negra de olhos amarelos envolveu um vestido verde escuro que cobriu Amy enquanto que a grande águia de penas vermelhas abraçou Catherine que entretanto tinha um vestido azul escuro.
A luz foi diminuindo de intensidade até que Harry, Ron e Hermione puderam voltar a abrir os olhos.
- Hermione, o que é que nos fizeste?- perguntou Amy
- Eu não fiz nada!
- Ai não? Observa bem! - disse Catherine
Hermione ficou estupefacta.
- Agora volto a perguntar...o que é que fizeste? Que feitiço era esse?- perguntou Amy
- Bem... Segundo o que aqui diz - Hermione olhou para o livro tentando decifrar a escritura nele inserida - Diz, que quando enunciado as pessoas a quem se refere recebem os seus dons
- Hummm, interessante. Fiquei na mesma. Não diz mais nada?
- Não.- respondeu Hermione
- Ok, então acho que isto confirma o que a minha avó disse.
- Porque é que tu tens uma serpente a envolver-te e eu tenho que ter o cabelo apanhado com umas penas vermelhas? - perguntou Catherine virando-se de costas
- Perguntas bem, mas não sabes a quem. Se o Senhor das Trevas descobre que tu és a outra princesa, estás metida em sarilhos.
- Oh Hermione isto não sai? - perguntou Catherine
Ron desmanchou-se a rir:
- Para quê? Com essas penas já ninguém goza com o fato que levei ao baile de natal há três anos.
- Catherine, tenta abrir o fecho que está atrás.- disse Amy
- Olha eu não chego lá e além disso eu não me vou despir aqui!
Entretanto Kevin e Ginny aparecem com bolachas e leite
- Bolas Catherine o que é que vos aconteceu? - perguntou Kevin
- Não digas nada, quanto menos souberem mais seguro é para todos.-sussurrou Amy
- É uma fantasia! - respondeu Harry
- Pois encontrei isto no fundo da minha mala de viagem e decidimos vir animar um bocadinho o pessoal.-disse Amy
Começaram todos a rir. Uma vez que já era tarde, Amy e Catherine retiraram-se para o seu quarto juntamente com Hermione e Ginny e foram todos dormir.

(By Amy e Catherine)

Escrito por: duas amigas @ 11:03 AM
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Tuesday, January 22, 2008

Cap. V

Na manhã seguinte Amy e Catherine levantaram-se antes de o sol nascer para que ninguém reparasse que iam sair.
- Pronta?-perguntou Amy
- Sim claro
- Vais ter de ser tu a guiar-me porque não me lembro bem do caminho, pode ser?
- Claro, claro.
Amy e Catherine dirigiram-se até à rua de Catherine. Era uma rua bastante colorida: jardins bem cuidados, pessoas sempre com um sorriso na cara. Andaram uns metros mais abaixo até que chegaram à referida casa: a vivenda NB.
Ao contrário das outras vivendas, aquela não estava tão bem cuidada.
- É melhor pegares na varinha, isto pode ser uma armadilha.- disse Amy
- Ok.
Amy abriu o portão e depois a porta de entrada da casa e entraram as duas de varinha na mão.Por dentro a casa estava arrumada, mas cheia de pó.
- Alguém não faz a limpeza à séculos - disse Catherine
- Vês? É impossível a minha avó estar a viver aqui.
- Não sabes...
- Sei que isto não me cheira bem. Vamos ver o resto da casa. Deve de haver por aqui alguma coisa que me responda às minhas perguntas.
Ambas entraram na primeira divisão da casa. Era a sala de estar. Na parede podiam ver uma árvore genealógica de toda a família de Amy.
- Ena! É a tua familia...
- Pois é...e olha bem para as datas por debaixo dos nomes, estão todos mortos.
- Excepto a tua avó
Ouviram um ruído...
- Quem está aí? - perguntou a voz
- Quem é você?- perguntou Amy de varinha apontada à senhora que entrara
- Isso pergunto eu! Ora essa a invadir a minha casa!
- Sua? Você é Julie Holmes?
- Quem deseja saber?
- Amy.
- Amy quê? Não conheço nenhuma Amy, por isso se não se importam retirem-se da minha casa!
- Calma minha senhora - disse Catherine - Nós viemos falar consigo, sobre a sua filha
- A minha filha morreu à 17 anos.
- Nós sabemos... e ela não teve filhos? - perguntou Catherine
- Olhem! Se são Devoradoras da Morte e querem saber alguma informação sobre a minha filha, lamento informar mas não dou!
- A Melanie teve uma filha, e ela não morreu à nascença foi dada para adopcção. Podemos falar? Tenho umas perguntas que gostaria de lhe fazer. - disse Amy
- Como é que sabe que a minha neta não morreu? A minha filha disse-o!
- Pois, ela disse isso a muita gente. Agora podemos falar?
- Sim, está bem. Entrem para a cozinha. Eu vou fazer um chá.
Ambas seguiram a senhora até à cozinha, que ao contrário do resto da casa parecia ser a única divisão limpa e arrumada.
- Agora digam-me quem são vocês e o que fazem aqui?. - perguntou a senhora
- Primeiro diga-me quem era o pai da criança, só para ter a certeza de que a senhora também não é uma Devoradora da Morte.
- Ora! Quem havia de ser senão aquele ranhoso do Severus Snape... Eu devia ter desconfiado, devia...
- O que tem contra ele? -perguntou Amy
- Ora três coisa: u, - ele não era sangue-puro, dois - foi ele quem incentivou a minha filha a juntar-se ao Quem-Nos-Sabemos, e três - não teve coragem para a defender quando ela precisou.
- Ela obrigou-o a não agir! Ele cuidou da sua neta durante todos estes anos.
- Tem calma Amy - segredou-lhe Catherine
- Ora menina! Mas ele não me disse que a minha neta estava viva! Se ele tivesse tido essa coragem pode crer que o teria aceite e pedido perdão, agora saber dela e até cuidar dela sem mo indicar, ai não! Além disso a minha pobre filhinha sabia que ele não a amava como ela o amava... chorou tantas vezes e rezou para que ele deixasse de amar a Lily Potter...- disse Julie Holmes lavada em lágrimas - Mesmo que eu não gostasse do rapaz, eu só queria ver a minha filha feliz... E mesmo quando teve a criança ela não pode estar ao pé dela e cuidar dela como ela queria...
- Ele não teve culpa. Pode me dizer porque razão a Melanie teve de dar a filha para adopção?
- Para o Quem-Nós-Sabemos não ficar com ela!
- Mas porque queria ele ficar com a bébé? Qual a razão?
- Primeiro quero saber se sabem da minha neta e quem é ela. Não vos vou dar informações tão preciosas - disse Julie
- Sou eu - disse Amy
Julie levantou-se e abraçou Amy com toda a força.
- Minha netinha - chorou ela - Este é o dia mais feliz da minha vida!
- Oh que amorosa - disse Catherine
- Mas por favor não diga nada a ninguém, caso contrário o meu pai pode morrer. E se o Voldemort descobre que estou aqui posso morrer já e a senhora também.
- Não te preocupes - disse Julie limpando as lágrimas e depois tomando um ar mais sério - Queres mesmo saber porquê é que o Quem-Nós-Sabemos te queria?
- Sim. Por favor.
- Então é o seguinte: Existe uma história que diz que antes de Salazar Slytherin sair de Hogwarts tinha tido um caso amoroso com Helga Hufflepuff. Era um caso mantido em segredo, só entre eles, enquanto que Godric Griffindor mantinha uma relação com Rowena Ravenclaw, cuja era criticada por Salazar Slytherin. Mas Salazar Slytherin teve castigo pela sua má língua, é que Godric Griffindor e Rowena Ravenclaw descobriram o caso dele com Helga Hufflepuff. Como é obvio começaram todos a discutir e acabaram os seus relacionamentos. Entretanto Salazar Slytherin começou a querer diferenciar-se e como já sabem acabou mesmo por sair de Hogwarts. Helga, Rowena e Godric começaram as suas vidas com outras pessoas e além disso continuavam na escola. Só o que nenhum deles sabia é que ao terem aquele caso, partilharam poderes. Sendo então que a lenda diz: "Quem for descendente de um Slytherin e uma Hufflepuff, tal como quem descender de um Griffindor e duma Ravenclaw, será ou serão considerados Guardiões de Hogwarts".
- O que está a querer dizer com isso?-perguntou Amy
- Ora! A tua mãe era Hufflepuff
- Não pode ser. Não há maneira de provar que tal lenda é verdadeira.
- Pois mas o Quem-Nós-Sabemos acredita piamente nisso - disse Julie
- Sim, mas o Voldemort também pensa que é muito poderoso! Ele pensa muita coisa, e nem sempre acerta!
- Ora mas existem muitas pessoas que acreditam nessa lenda
- É? Quem?
- A nossa familia, o Dumbledore...
- Como? O Dumbledore? O que tem ele a ver com isto?
- Ele acreditava na lenda.
- Mas como posso saber se é verdade? Se sou mesmo descendente de Salazar Slytherin e Helga Huffepuff?
- Não precisas de ser descendente deles, basta que haja união entre dois elementos das duas equipas.- disse Julie
- Sim, isso. Mas existe maneira de confirmar?
- Isso já não sei...
Xana diz:
- E se é mesmo verdade...como é possível que o Voldemort só me queira a mim? De certeza que já existiram outras uniões entre as várias equipas.
- Entre Slytherin e Hufflepuff?? - perguntou Catherine espantada - Achas mesmo?
- Tens razão.
- Mas e os Griffindor e Ravenclaw? Aí é que pode ter havido sempre muitas uniões - disse Catherine
- Nesse caso é necessário que as familias tenham sempre sido Griffindor, do lado da mãe ou do pai, e sempre Ravenclaw, o oposto do sexo do Griffindor - respondeu Julie
Amy olhou para Catherine.
- Os teus pais...
- O que é que têm?
- Quais eram as equipas deles?
- A minha mãe era Ravenclaw e o meu pai era Griffindor
- E o resto da tua família?
- Do lado do meu pai são todos Griffindor e da minha mãe não sei. Só sei que a minha tia era Ravenclaw
- Talvez seja melhor descobrires, se esta história é verdadeira podes correr perigo.
- Porquê?
- Sra. Brown, posso lhe perguntar se essa lenda dizia que as essas pessoas têm alguma particularidade que as distingue dos outros feiticeiros? - perguntou Amy olhando para a avó
- Ora como é óbvio! No fruto da relação entre Slytherin e Hufflepuff predomina a personalidade mais forte, como é claro Slytherin, sendo que esta pessoa adquire um gosto especial por joias (devido ao simbolo Hufflepuff), enquanto que a outra pessoa, fruto da união de um Griffindor com um Ravenclaw possui uma personalidade misturada sendo uma pessoa bastante talentosa e com uma coragem admiráveis, neste caso o Chapéu Seleccionador não sabe onde colocá-los.
- Isso... aconteceu... aconteceu comigo - disse Catherine - Ele perguntou-me se eu queria ir paa os Griffindor ou para os Ravenclaw
- Posso fazer-vos uma pergunta? - disse Julie
- Sim diga - respondeu Catherine
- Vocês têm algum animal de estimação? E quais os seus nomes? - perguntou Julie
- Eu tenho uma águia e que se chama Raggi - respondeu Catherine
- Eu tenho uma gata chamada Perséfone.
- O que têm os nossos animais de etimação a ver?
- Catherine, não é? Sabes o que quer dizer o nome Raggi?
- Sim. O grande leão sagrado
- Ora então ambas podem ser as Guardiãs de Hogwarts. Gata é um dos símbolos mágicos considerado o ser mágico que se transforma cujo é leal ao dono - tal como o lema de Hufflepuff - enquanto que Persefone é a grande deusa dos mortos... creio que não é necessário dizer mais nada...
- Vou investigar melhor esta história. O melhor talvez seja sair do país. Não está em segurança. E está na hora de irmos, Catherine, já está a ficar tarde e tenho de trabalhar.
- Sim - disse Catherine e depois virando-se para Julie - Obrigada pelo chá e até um dia
- De nada, de nada - disse Julie sorrindo - Espero que me venhas visitar minha querida Amy.
- Virei quando for seguro. Obrigada por tudo.
- De nada. Já agora, tu dissete que trabalhavas... em quê?- perguntou Julie
Catherine olhou para Amy com medo da sua resposta.
- Eu...eu...continuo o trabalho dos meus pais, sou...uma seguidora de Lord Voldemort.
- O quê??
- Talvez um dia eu lhe possa explicar, mas neste preciso momento posso estar a pô em risco as nossas vidas só por estar aqui. Mas não pense ma de mim, por favor.
- Amy vamos...
- Sim, temos de ir.
Ambas saíram e voltaram à Toca.

(by Catherine e Amy)

Escrito por: duas amigas @ 11:09 AM
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Monday, January 21, 2008

Cap. IV

- Amy será que posso falar contigo? - perguntou Harry- A sós?
- Claro.
- Estás a pensar ficar onde? Por Hogwarts ou pela casa dos Malfoy?
- Em nenhum dos dois. Porque perguntas?
- Só por curiosidade e como vais estar a informar o Voldemort... Nós vamos partir após o casamento.
- Achas que lhe vou dizer isso?
Mas eu gostava de te perguntar se sabes de alguma coisa que seja importante para o Voldemort... que pudesse ser um horcruxe
- Não sei, Harry, talvez a Nagini , a serpente dele
- Também pensei nela... mas será melhor deixá-la para o fim. É o que está mais próximo dele e quero destruir os outros horcruxes primeiro.
- Sim, por favor mantém a discrição, nós andamos a trabalhar para te tentar proteger ao máximo.
- Eu sei... E agradeço muito, eu não queria era envolver tantas pessoas... já perdi pessoas imoportantes para mim e não gostava de perder mais. Bem, mas acho que agora é melhor irmos descansar que amanhã temos muito que fazer por aqui!
- Harry, só uma coisa. Não te preocupes comigo. Eu tenho quem me proteja do Voldemort.
- Ambos. Mas mais o Snape.
- Por ser o teu pai não é?
- Sim. Ele sempre me protegeu, agora vejo isso. Hey! Como é que sabes que ele é meu pai? Não me lembro de to ter dito.
Harry riu:
- A Hermione disse-me. Quando vieram e tiveste de te identificar tu disseste que eras filha biológica da Melanie e do Snape...
- Ah...tens razão...é a única maneira de eu me identificar junto da Ordem, além de vocês, só eu, o Malfoy e a idiota da Parkinson é que sabemos.
- Sim e o meu pai. O Voldemort não pode nem desconfiar que é ele o meu pai.
- Está descansada que não somos nós que lhe vamos contar. Bem, vamos então dormir?
- Vai, eu ainda tenho de sair. Boa noite.
- Boa noite - despediu-se Harry e dirigiu-se para o quarto
Amy saiu da Toca e andou mais uns metros para poder desparecer em direcção a casa de Snape.
Quando lá chegou ele já estava à sua espera para lhe abrir a porta.
- Entra depressa. - disse ele
- Boa noite para ti também.
- Boa noite, então como vão as coisas?
- Vão bem. E contigo?
- Também.
Snape tinha um ar extremamente cansado.
- Vê-se. disse Amy olhando para o pai.
- Isso agora não interessa, o que estás a fazer aqui?- perguntou Snape
- Quero falar da minha mãe.
- O que é queres saber concretamente?
- Porque é que o Voldemort estava tão interessado nela? Não me venham dizer que ele a amava porque isso é algo que ele não é capaz de fazer.
- Sinceramente não sei...
- Há alguém, além dele que soubesse?
- Experimenta o Lucius ou o Wormtail
- O Wormtail é um idiota, sabes se o Voldemot está em casa hoje?
- Sim, ele disse que passar por lá.
- Então passo por casa dos Malfoy amanhã, não quero encontra-me com Ele. Estou um bocado cansada e não consigo fechar bem a minha mente.
- Fazes bem.
- Tenho de prevenir.
- Como estão as coisas lá?
- Stressantes, já não aguento aquela casa! A Molly anda feita doida a tentar impedir o Harry, o Ron e a Hermione de fugir de Hogwarts, o Harry quer planear as coisas e não consegue...já não sei o que hei-de fazer com aquela gente. O que me safa é que saio de lá de vez em quando.Bom, vou andando, já é tarde.
- Sim... É melhor, mas o que é queres do Voldemort?
- Quero saber qual o interesse em mim, para que é que ele me queria criar?
- Claro... Desculpa mas eu estou mesmo cansado e já não estou a pensar como deve de ser. Então... adeus.
Amy regressou à Toca, onde já todos estavam sentados à mesa para jantar.
- Chegaste mesmo a tempo do jantar! - disse Molly dirigindo-se a ela
- Peço imensa desculpa pelo atraso, mas preciso de falar com a Hermione, com a Catherine, com o Harry e com o Ron.
- Desculpa? Mas... tem que ser agora?- perguntou Molly admirada, mas depois sorrindo - É que que gostaria que jantassem primeiro, para estarmos todos juntos!
- Acho que pode esperar um pouco.- e baixando a voz continuou- Mas depois nada de arranjar uma maneira para não conseguirmos falar a sós, combinado?
- Ha... combinado...
Amy sentou-se e o jantar continuou animado como era sempre.
No final Mrs Weasley, Fleur e Ginny ficaram a arrumar a cozinha. Quando os outros iam ajudá-las Amy chamou-os:
- Hei, nada disso. Preciso de vocês.- disse ela sorrindo
Foram todos para a sala:
- Diz lá. - disse Ron
- O que se passa é o seguinte. Quando o Voldemort matou a minha mãe, ela pediu aos Neveu para que cuidassem de mim como sendo filha deles, uma vez que a deles faleceu no parto. Ela fez isso porque sabia que o Voldemort queria criar-me como sendo sua filha.
- E porque é que nos contas isso? - perguntou Hermione
- Porque isso não está a fazer sentido, porque iria ele criar a filha de uma mulher que o traiu?
- Já pensaste que podia ser para te usar? - perguntou Catherine
- Sim, também já pensei nisso, mas ainda assim...Concluindo, Hermione preciso da tua ajuda. Se puderes...queria que tu tentasses descobrir onde é que a minha mãe vivia.
- Isso eu sei! - disse Kevin
- Ok, acabas de te toenar no meu herói. Diz.
- Mora ao pé da Catherine... Se não estou em erro, é na 4ª casa abaixo da Catherine. Até tem aquelas placas com o nome das vivendas: Vivenda NB.
- NB?
- Bem isso eu já não sei explicar... Mas estava uma senhora à porta a chorar e eu perguntei-lhe o que é que ela tinha e ela respondeu-me: "A minha filhinha... coitadinha... não merecia... O Quem-Nós-Sabemos não tinha o direito... e a minha netinha... morreu..." e eu perguntei como é que se chamava a filha dela e ela respondeu-me Melanie Brown. Talvez o B seja dai...
- Coitada da mulher... - disse Catherine - Mas quando é que soubeste disso?
- Ontem quando fui buscar aquelas coisas que a tua mãe mandou.- disse Kevin
- Estás a pensar ir até lá? - perguntou Catherine
- Tenho de ir. Tenho de descobrir o que é que o Voldemort quer de mim e porque razão quer matar o meu pai.
- Tem cuidado... Nunca se sabe se o V..... O Quem-Nós-Sabemos aparece por lá, só assim por aparecer - disse Ron
- Ele anda ocupado a montar guarda ao Harry, além disso acho que ele já sabe quem é o meu pai, por isso é só uma questão de tempo até ele vir atrás de mim, mas o Harry está primeiro. Se bem o conheço ele já deve ter ido lá.
- Duvido... - disse Hermione - Se não a velhota já tinha morrido
- Se eu tivesse família o meu pai já me tinha dito. Além disso se não tivessem já morrido ele matou-os quando teve a confirmação de que estava viva.
- Mas a velha que eu vi disse que a filha dela era a tua mãe... E eu vi-a ontem! - disse Kevin
- Só se o teu pai não soubesse que ela ainda estava viva - disse Catherine
- Não...algo nao bate certo. Ela morreu, todos me disseram o mesmo, o Moody, o Dumbledore, todos.
- Tens a certeza? - perguntou Harry - Mas se o Dumbledore te disse... pode ser uma armadilha.
- É isso mesmo que estou a pensar. Está mais do que confirmado que o Voldemort sabe de tudo sobre mim. Agora é que tenho mesmo de lá ir.
- Mas tens que ter cuidado - disse Catherine preocupada - Sabes que Ele não é para brincadeiras...
- Eu sei com o que estou a lidar, não te preocupes.
- Não me preocupo... Então faço o quê? Vista uma mini-saia e com uns pompons: Boa sorte, boa sorte...
- Também não é preciso exagerares.
- Mas a Catherine tem razão... Tens mesmo que ter cuidado, eu sei que sabes a linda peça que ele é, mas mesmo assim...- disse Harry
- Vem comigo se quiseres.-disse Amy olhando para Catherine- Sentes-te mais segura assim?
- Olha, por exemplo - disse Catherine
- Pronto então amanhã logo pela manhã vamos lá.
- Amy - disse Harry - Ainda estás a pensar vir connosco?
- Sim, mas não devo de ir logo com vocês. Logo vejo como correm as coisas. Por onde é que vais começar a procurar?
- Ainda não sei... Tenho que pensar
- Harry, Ele não sabe que tu andas à procura dos horcruxes. Sabe que tu não voltas a Hogwarts quase de certeza absoluta, mas pensa que estás a esconder-te enquanto não encontras um plano para o tentar destruir. Por isso apressa-te antes que ele perceba.
- Está descansada. Eu esta semana vou saber por onde começar a procurar
- Bom, está na hora de dormir. Amanhã tenho de me levantar bem cedo. Até amanhã.
- Até amanha - responderam-lhe todos
- Eu também vou dormir - disse Kevin
- E eu também. Amanhã vou com a Amy por isso... - disse Catherine
- Agora que foram dormir já podemos conversar - disse Harry
- Mas não querias falar à frente deles? - perguntou Hermione
- Não. Prefiro que quanto menos gente saiba melhor, nós só vamos indicar à Amy o lugar onde vamos passar as noites, mas eu queria ir ao primeiro sitio sozinho
- Queres dizer: só com vocês - emendou Ron
- Ah...sim, claro.
- Então qual é so sítio? Já sabes?- perguntou Hermione
- Estava a pensar em Grimmauld Place.
- Tens a certeza, Harry? O Snape pode estar lá, ou outro Devorador da Morte qualquer.- disse Hermione
- Mas o Moddy disse que tinham feito uns feitiços por causa dele. - disse Harry
- Ainda assim não crio que seja seguro.
- Vamos lá ver Hermione nenhum sítio é agora seguro - disse Ron
- Ele tem razão sabes? Só que eu queria ver se encontrava alguma resposta em Grimmauld Place
- Tu é que sabes.


(by Amy e Catherine)

Escrito por: duas amigas @ 11:13 AM
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:: Blog ::
Este blog foi criado a 28 de Dezembro de 2005.
É uma fanfic realizada por duas amigas e que retrata as suas vidas na escola de magia e de feitiçaria de Hogwarts, no entanto não interferem na história original criada por J. K. Rowling. Toda a fic se desenrola durante o sétimo livro da saga de Harry Potter: "Harry Potter e os Talismãs da Morte".

:: Perfis ::


Nome: Amy Neveu
Idade: 17
Escola: Hogwarts
Ano:
Equipa: Slytherin
Disciplinas Favoritas: Transfiguração, Poções e Encantamentos
Disciplinas Detestadas: História da Magia
Varinha: Mogno,23cm, pele de unicórnnio
Quiddicth: Só assisto, não gosto lá muito de jogar
Admiro: Lord Voldmort, Albus Dumbledore
Detesto: Professor Binns
Ambição: Acabar com a guerra iniciada pelo Senhor das Trevas
Animal de estimação: Gata preta chamada Perséfone
Breve resumo sobre mim: Sou estremamente fria e implacável. Os meus melhores amigos são Draco Malfoy e Catherine Wayne (Ravenclaw).



Nome: Catherine Wayne
Idade: 17
Escola: Hogwarts
Ano:
Equipa: Ravenclaw
Disciplinas Favoritas: Transfiguração, Poções, Defesa Contra as Artes Negras, Herbologia e Encantamentos
Disciplinas Detestadas: Cuidados com as Criaturas Mágicas, Adivinhação e História da Magia
Varinha: Pinho,22cm,cauda de unicórnio
Quidditch: Chaser
Admiro: Albus Dumbledore
Detesto: Professor Binns e Flitwicth
Ambição: Ser Auror
Animal de estimação: Águia
Breve resumo sobre mim: Sou simpática, muito amiga dos meus amigos, confio facilmente nos meus amigos, apoio todos nos maus momentos, adoro flores, muito paciente, bondosa e justa




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